terça-feira, 27 de julho de 2010

NI CO LEVADA

Nicole anda levaaaada......que é uma graça só...kkkk

Ela esconde o chinelo do primo toda hora e ele fica procurando.

Ela coloca perfume num pote vazio para tirar dali uma bolinha mágica e cheirosa.

Ela fecha a torneira quando o pai está lavando o carro.

Ela esconde a chave de casa e todo mundo fica procurando.

Ela esconde da gente e aparece.

Ela diz que vai para um lugar da casa, quando vai para outro e deixa a gente se perguntando onde é que ela foi parar....

É cada uma....

E o mais gostoso de tudo é a risada no final: gostosa, sapeca, feliz!

domingo, 18 de julho de 2010

SER CRIANÇA FELIZ É SER ASSIM:

-andar pulando, saltitando, correndo ou dançando;
-estar sempre sorrindo;
-ficar chateado apenas alguns segundos e resolver o problema rápido, com um bom sorriso;
-beijar as pessoas que se ama sempre que pode;
-abraçar com carinho, as pessoas que se ama, toda hora;
-acordar de manhã e pensar no que vai brincar;
-brincar com a irmã, com os cachorros, com as galinhas, com as formigas;
-deixar a criatividade fluir e inventar brincadeiras com areia, pedra, folhas, pedaços de pau ou qualquer outro objeto que tenha pela frente: pregadores de roupa, pedaços de cano, caixas de papelão, sapatos da mãe, embalagens de presente, roupas velhas, um pedaço velho de corda, a coleira do cachorro, a comida do cachorro, o soutien da mãe, a cueca do pai, o cobertor, um jornal velho e tesoura, etc, etc, etc...
-chamar a mãe, a avó e o avô para brincar de correr na calçada;
-não ficar parada, muito menos sentada ou deitada;
-dormir quando se tem sono;
-brincar, brincar, brincar.

Outro dia Yasmim não queria escovar os dentes, porque Nicole estava brincando com ela. Ela disse:
-Denti naum. Bincá Cole. (traduzindo: Escovar os dentes não. Vou brincar com Nicole).

Outro dia Nicole acordou e a primeira coisa que disse foi:
- Mãe, vamos brincar?
- Nicole, você só pensa em brincar? Vamos tomar café primeiro.
-Ah não. Quero brincar agora!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

BALÃO MÁGICO

De todas as músicas que já apresentei para as minhas filhas, e não foram poucas, a que fez o maior sucesso é SUPERFANTÁSTICO, do querido grupo BALÃO MÁGICO.

Elas já ouviram todas as músicas da minha época (Trem da Alegria, por exemplo), todos os gêneros (de mantra á rock), muitas cantigas de roda, pouti pourri, músicas de São João, enfim...

Mas a música que elas cantam com gosto, de braços abertos, dançando e olhos brilhando é esta: Superfantástico.

De fato, prestei atenção na letra e é linda. A energia que passa é muito boa. É gostosa de se ouvir e de se cantar. É daquelas músicas que não sai da cabeça, mas não enjoa.

Olha a letra ai:

Super fantástico amigo!
Que bom estar contigo
No nosso balão!

Vamos voar novamente
Cantar alegremente
Mais uma canção

Tantas crianças já sabem
Que todas elas cabem
No nosso balão

Até quem tem mais idade
Mas tem felicidade
No seu coração

Sou feliz, por isso estou aqui
Também quero viajar nesse balão!
Super fantástico!
No Balão Mágico,
O mundo fica bem mais divertido!

Sou feliz, por isso estou aqui
Também quero viajar nesse balão!

Superfantásticamente!
As músicas são asas da imaginação
É como a flor e a semente
Cantar que faz a gente
Viver a emoção

Vamos fazer a cidade
Virar felicidade
Com nossa canção
Vamos fazer essa gente
Voar alegremente
No nosso balão!

Sou feliz, por isso estou aqui
Também quero viajar nesse balão!
Super fantástico!
No Balão Mágico!
O mundo fica bem mais divertido!
(bis)

quarta-feira, 14 de julho de 2010

INFORMAÇÃO É UM CAMINHO SEM VOLTA...

Nicole passou por uma virose bem brava. Muito vômito, diarréia e febre....febre...febre!

Ela, a bendita febre.

Há algum tempo comecei a pesquisar sobre a febre porque li um capitulo interessante no livro “Memorias de um Homem de Vidro” do obstetra humanista Ricardo Hebert Jones.

Aquele capitulo tratava a febre sobre um olhar diferente. O olhar que os médicos homeopatas e antroposóficos e até alguns alopáticos olham.

Enfim, fui fuçar. Li, pesquise, li de novo, conversei com um, com outro, com o nosso homeopata, com o pediatra alopático antigo das meninas, troquei idéias com minhas amigas de caminhada mamífera e descobri que:

-febre é bom. Febre é a resposta do organismo frente ao agente invasor, no caso da Nicole, O VIRUS;

-a febre deixa a criança amuada e isso é bom porque assim, economiza-se energia para o combate à ele: O VIRUS;

-na febre, a criança perde muito o apetite principalmente quando a virose é de causar diarréia e vômitos e de novo, isso é bom pois o corpo precisa de energia para combater ele, O VIRUS e não pode gastar digerindo aquele angu que a avó fez com tanto carinho para a criança se alimentar;

-a 36 graus o vírus se multiplica muuuito, á 38 reduz a multiplicação pela metade e a 40 graus quase não se multiplica mais;

-as convulsões febris são bem específicas e não acontecem em todos que tem febre alta. A criança predisposta a ter convusão febril pode te-las ao mínimo sinal de alteração da temperatura. As crianças que não tem pré-disposição a ter convulsão e tem, geralmente não trazem nenhuma seqüela, fora o susto dos pais;

-o antitérmico mascara o estado de saúde da criança. Ela toma o medicamento e fica saltitante e a mãe acha que está tudo bem, quando na verdade, tudo vai mal, pois ao invés de combater a doença a energia está sendo gasta de outra forma.

E algumas coisas que aprendi com as experiências aqui em casa:

-quando não administramos medicamento para a febre (antitérmico) os perídos de febre duram no máximo, máximo mesmo 3 dias. Quando administramos, chega à uns 7 dias;

-o corpo das crianças é muito inteligente e arrisco a dizer, que é até mais que o nosso pois ele sabe a hora de comer, de beber, de dormir. Se a gente deixa a “coisa” fluir, a criança irá comer o tanto que precisa, beber o tanto que precisa e descansar o tanto que precisa;

-criança com febre sente dor em todas as partes do corpo. Nesta última virose Nicole sentiu: dor de cabeça, dor no dedo indicador da mão esquerda, dor no dedo médio de pé direito, dor de barriga, dor de cotovelo (no cotovelo mesmo), dor de bochecha (é isso mesmo, a bochecha dela doía), dor atrás do joelho esquerdo, dor na perna direita.... TODAS AS DORES vão embora assim que a febre passa.

-quando a gente opta por deixar o corpo das crianças trabalhar para vencer a doença precisamos trabalhar nossa estrutura emocional para não sucumbir e não DESESPERAR, porque eu sei (tenho duas filhas) que criança com febre é fooooooogo. Chora muito, choraminga muito, quer muito colo, quer muita atenção, quer paciência, quer sarar, quer, quer, quer.

-não dá para deixar a febre fazer o trabalho dela e ir trabalhar. Se tiver mesmo que ir trabalhar, melhor medicar (minha opnião) porque a opção de não medicar requer muita atenção, observação, cuidado, paciência e mãe por perto, afinal, quando a gente está doente QUEREMOS A MAMÃE.

-é necessário aprender que as vezes a gente não dá conta de tudo. Talvez o processo febril esteja doloroso demais para a criança a ponto de atrapalhar a evolução da cura ou talvez os pais precisem de 4 horas de descanso. É muito sutil a avaliação, mas eu aprendi que as vezes me permito dar o antitérmico sim.

-qualquer que seja sua decisão, esteja firme nela pois aparecerão váaaarios palpiteiros dizendo o que seria melhor fazer;

-o banho morno abaixa a febre mais rápido que o antitérmico (caso seja necessário abaixar a febre rápido).

-folhas de couve embaixo do lençol ajudam a diminuir a febre, caso isso seja necessário (e as vezes é...)

Bom, com tudo isso que aprendi e experimentei, não dá para voltar atrás.

Nesta virose da Nicole passou pela minha cabeça (confesso) desistir disso tudo e fazer como a maioria das pessoas fazem: medicar, medicar e despreocupar.

Foram 3 noites sem dormir, 3 dias de pura dedicação com Nicole e tentativa de atenção para a Yasmim, febres altas (o termômetro bateu no 40graus e ai, demos o banho e logo após o atitérmico), muitas idas ao banheiro, muitas dormidas dela durante o dia, muito colo, muito aconchego e muita preocupação.

É muito tudo e serve para esgotar uma mãe. Dá vontade de desistir? ... Dá sim.

Mas informação é um caminho que não tem volta.

Como eu posso desistir de tuuudo que sei (e sei pouco ainda) e optar pela pior escolha?

Se eu sei que este processo de adoecimento e recuperação é importante para saúde das minhas filhas, por mais difícil que seja passar por eles, não posso priva-las disso.

São 3 dias que passam rápido.

E o resultado? Compensa.

Assim que a doença acaba você se depara com seu filho mais feliz, esperto, alegre e saltitante que já viu. Ele esbanja saúde e você tem a certeza que fez o melhor que pode.

Como se diz por ai: eu garanto. Já fiz os dois caminhos e assim, acho 1000 vezes melhor. Sempre que posso, convido a uma mãe a experimentar. Experimente conhecer o corpo do seu filho. Experimente conhecer seu limite.

Quando comecei a tomar coragem para isso, o termômetro chegava no 38,5 graus e eu desesperava. Desta vez, o termômetro bateu nos 40 graus. Fiquei hiper super mega ultra preocupada, mas não desesperei. Fiz o que tinha que fazer e conheci a capacidade de se curar de minha filha! Eu nunca a vi tão feliz como agora, que venceu mais esta doença!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

E a Vitória continua

Yasmim anda comendo muito bem as frutas.

Já provou manga, pera, maça e banana.

Outro dia até pediu banana. Viu a bendita e disse:

- anana!!!!

Eu quase cai dura né.... kkk

Decepções

Esta não é bem um sorriso na alma.

Foi uma dorzinha, por ver que nossos filhos, a medida que vão crescendo, vão conhecendo as pessoas.

Nicole brincava muito com uma vizinha, mas eu percebia que a brincadeira não fluia. Ela é uma criança mais fechada, mais digamos...esnobe.

Hoje, as duas chegaram juntas da aula e se encontraram na calçada. Eis que a menina diz, quando Nicole chega perto:
_ Argh...

Minha mãe, que estava com Nicole perguntou o que houve e a menina desconversou.

Fato é que Nicole sentiu.

Dificil explicar isso para as crianças, mas foi necessário.

Eu disse que as vezes tem algumas pessoas que não é agradável ficar perto, que era para ela procurar brincar com pessoas legais e agradáveis.

Mas ela ficou sentida. Gostava mesmo da menina ou talvez sentiu o peso da rejeição né....

Quem já não passou por isso?

Bom, tudo passou quando conversamos, abraçamos, demos muito carinho e brincamos bastante.

Também combinei com algumas amigas dela, de se encontrarem, rever algumas amizades para ela ver que tem gente boa no mundo!!!!!

Perguntinhas básicas

Nicole vendo uma moto passar.
- Mãe, como que o moço anda de moto se o pé dele está parado? (pensando que moto é igual bicicleta...rs)

Nicole, vendo um copinho que tem água dentro, como decoração.
- Mãe, como isso foi feito?


Ai ai.... essas crianças crescendo.... ai...ai...